Economia compartilhada e mercado automotivo: como altera o futuro?

É sabido que, em grandes cidades, há sérios problemas de mobilidade urbana devido ao grande número de moradores. Transporte público lotado, regiões com difícil acesso a transportes e trânsito intenso e em más condições são realidades frequente de muitas pessoas. Por esse motivo, a economia compartilhada foi uma solução encontrada para promover a mobilidade inteligente.

Com ela, o compartilhamento de corridas tem aumentado nas principais cidades do país. Devido ao aumento de ofertas de plataformas que fazem a conexão entre condutores e passageiros, é possível dar mais segurança e qualidade de vida, visto que se economiza o tempo que perderia no trânsito. Porém, a economia compartilhada de carros impacta o mercado automotivo.

Você sabe como? Neste post explicamos melhor. Acompanhe!

Quais os prós da economia compartilhada de carros?

A economia compartilhada de carros revolucionou o sistema de transporte integrado, pois priorizava a circulação de pessoas em lugar de automóveis. Com ela, é possível reduzir o lixo produzido nas cidades, além de gases poluentes. 

Além dos benefícios ambientais da economia compartilhada, existe também um senso de comunidade entre as pessoas.

Quais os contras?

Existem alguns setores do mercado que percebem vários problemas nesse sistema de compartilhamento. Nos Estados Unidos, por exemplo, ele é chamado de “oficialização do bico”. Isso porque seria uma forma de as pessoas complementarem a renda devido às sucessivas crises mundiais dos últimos anos.

No mercado, os hotéis e taxistas são os principais críticos, visto que suas áreas foram afetadas com a revolução provocada por aplicativos com esse sistema de economia compartilhada. Elas acusam o sistema de representar falta de segurança para os usuários, sonegação de impostos e concorrência desleal. Além disso, o mercado automotivo também sofreu um abalo com esse sistema, como veremos a seguir!

Existem influências no comércio de carros de uma concessionária multimarcas?

Primeiramente, é importante que a concessionária compreenda que vivemos um momento de ruptura. Ou seja, uma mudança na cultura e nos hábitos de uma sociedade do que impulsionamento na área econômica. É muito mais definitivo e profundo. Por esse motivo, é preciso ter mais atenção.

Pelo fato de o mercado automotivo estar no centro dessa mudança, é essencial saber identificar as demandas do novo consumidor, mas não somente para que a indústria automotiva não seja afetada pela economia compartilhada. O mais importante, nesse período, é que ela consiga liderar o processo de inovação.

Hoje em dia, existem muitos concorrentes com novas estruturas de negócio, qualidade de serviço e preços competitivos. Dessa forma, para que a venda de veículos não diminua, será preciso se adaptar, porque a maneira de comercializar um automóvel deve mudar ainda mais.

Por fim, a economia compartilhada é uma revolução para os mercados em geral, inclusive para o mercado automotivo. Apesar de ser benéfica em alguns sentidos para os usuários, para a indústria automotiva, muito mais do que o número de carros vendidos, a jornada de compra deverá ser adaptada para o campo digital e ter como prioridade a comunicação com o cliente. É necessário saber ouvir e atender suas necessidades.

Você curtiu o nosso post sobre economia compartilhada de carros? Gostaria de dar a sua opinião a respeito do assunto? Então, deixe o seu comentário abaixo e compartilhe conosco a sua opinião!